segunda-feira, 22 de agosto de 2011

“Os perrengues que passei em Gravatá"

Saimos de Tenente
No carro de Seu Zé
Era muita bunda, para pouco banco
Deu vontade de ir a pé

Durante a viagem
A primeira parada foi em Sousa
E no Bar do Carrapicho
David e Kenynha já tavam “nem a roupa"

Aproveitamos o ensejo
Para comprar o combustível
Foram só 2 litros de vodka
Mas o estrago foi incrível

Nem tudo estava perdido
Jesus botou a mão no meio
E vodka que era bom
Não encontramos mais o caminho inteiro

Já tava todo mundo dormindo
E de repente acordamos
Era uma festa no meio do nada
E forró ainda dançamos

Depois de muitos 40km
Chegamos finalmente!
Pense num medo grande
Quase assaltavam a gente

No Acampamento Emanuel
Chegamos e quase uma confusão
Já tava todo mundo dormindo
Pior que era no nosso colchão

Teve gente que quis chorar
Mas não teve o que fazer
5 colchões, 17 pessoas
O jeito foi espremer

Tanta plenária
Tanto treinamento
Kenynha chamou até pra ir embora
Fazer BBB no seu apartamento

A sede era tão grande
Que foram procurar bebida a pé
Andaram, andaram
E acabaram num cabaré

Quando tudo parecia perdido
Um milagre aconteceu
O companheirismo bombou
E o tecladista se aborreceu

O melhor da noite
Ninguém imaginava
Roubamos os colchões
Enquanto o “asa arriava”
Ô durmida maravilhosa
A gente quase não acordava

Banho de piscina
Salsicha com cominho
Cuscuz pregado no ovo
Mas foi feito com carinho

Agora voltamos para casa
E depois de todo perrengue
Mais do que nunca somos só um:
ALEXANDRIA, SOUSA E TENENTE!


Fernanda Melo
Rotaract Club de Alexandria


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